Adventistas eliminados por crime de pensamento

eliminados por crime de pensamento


Perseguição religiosa e ameaça à liberdade de consciência surge de onde menos se espera. O expediente de Roma continua fluindo lenta e sorrateiramente na esteira da história. 


Até mesmo de dentro das instituições que deveriam zelar pelas liberdades individuais como a Igreja Adventista do Sétimo Dia estamos vendo surgir condutas que caracterizaram o tribunal da inquisição da idade média.


A igreja punia severamente quem batia de frente com sua teologia, enquanto passava por alto a vida pregressa e o comportamento vil do próprio clero, pasmo ao dizer que o mesmo procedimento, mesmo que de forma não tão intensa, está sendo adotado pelos teólogos adventistas no Brasil.


Membros são eliminados do rol das congregações não por que adulteraram, roubaram ou mentirem, mas por discordarem dos teólogos em pequenos detalhes dos ensinos bíblicos, algo que passaria despercebido não fosse o alvoroço que se faz quando tratam do assunto, acusando os pobres irmãos de perfeccionistas e ultra legalistas, o que na verdade só diz respeito à liberdade de pensamento individual.


Quando Guilherme Muller pregou no grande movimento que deu origem a nossa igreja ele não perdia tempo combatendo, acusando ou atacando os que se opunham a sua teologia (que eram muitos), mas sofreu com a perseguição desses.


Seu foco era pregar a verdade que descobrira, aquela verdade por si só expunha o erro e atraía os sinceros para o arraial, atraia todo aquele que era disposto e comprometido a analisar por si mesmo as coisas.


Pensar por si mesmo sempre foi uma ofensa para os que querem controlar o que os outros pensam, teologia se tornou sinônimo não só de estudar sobre Deus, mas de determinar o pensamento certo sobre ele, quem não se alinha é perseguido.


E você? está do lado dos perseguidos ou dos perseguidores?


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